domingo, 25 de dezembro de 2011

Recíproco;

Quero lhe falar da alegria que você me trás, no ânimo que você me dá em dias chuvosos, na verdade em seus olhos quando me diz: eu te amo.
Poderia fazer juras, loucuras por amor, escrever o nosso nome com um coração em uma árvore, comprar todas as estrelas do céu mesmo que isso não seja possível, mas nada disso vai lhe mostrar o quanto eu te amo, e o quão importante você é em minha vida, meu amor.
Lembro do nosso primeiro encontro, ah, como o seu sorriso me conquistou, como você me ganhou. O nosso primeiro beijo em frente ao colégio, quando menos esperava, estava lá, junto de ti. Lembro de todos os nossos momentos como se tivesse vivido-os em uma única hora atrás.
Palavras somem ao momento que tento te descrever, ao invés destas, surge um lindo sorriso, só de pensar que vivemos um para o outro.
Espero que pense o mesmo, meu amor. Você tem me feito tão mulher esses tempos, tem me ensinado valores, me erguendo em momentos ruins e me abraçado em dias frios. Mesmo se achando ausente, nunca será, pois a todo momento você está em minha mente e em meu coração, e pode ter certeza, lá irá ser o teu lugar por um bom tempo.
Tempo meu amor, essa palavra TEMPO ... ele é o todo poderoso. Ele leva tudo... A beleza, a linda pele jovial, os desejos, os sonhos, o amor ... Ah o amor , isso ele não vai roubar da gente. O nosso amor permanecerá intacto, pois a nossa amizade e companheirismo falará mais alto que o tempo.
Você é muito importante pra mim, o meu riso em pensar em ti, o melhor de mim. Eu te amo, meu amor.

Giovanna Prado.



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Antes de tudo.


Estava com alguém e a sua cabeça não estava ali ? E quantas vezes no momento em que você não pode sentir essa pessoa em seus braços, sentiu saudades?
Você já parou pra pensar no que machuca mais: fazer algo, e desejar que não tivesse feito, ou, não fazer e desejar que tivesse ?
Você já teve medo de começar um relacionamento ? Medo de não ser a pessoa certa, ou a hora certa ? Seu coração não escolhe por quem amar, e faz por conta própria, quando você menos espera, ou quando você não quer.
Quantas vezes você não quis esquecer uma história ou um alguém, que permaneceu na sua cabeça por um bom tempo ? Você já se sentiu sozinha, no meio de milhões de pessoas ? Ou já beijou alguém, que fez a multidão sumir ?
Você já passou o dia sentindo saudades do que viveu ? Você já viveu uma situação tão boa e feliz, que deu até medo de ser tudo passageiro ? Alguma vez você já passou por cima do seu orgulho, pra correr atrás do que queria ? Inventou apelido carinhoso para alguma pessoa, e só a chama por eles ?
Você já viu a força que tem, quando apostou todas as suas fichas em algo que acreditava e perdeu? Quantas vezes uma pessoa, a quem você não dava nada, foi a primeira a te ajudar ? E quantas vezes aquela que você esperava gratidão te deu as costas e te decepcionou sem você nunca saber o por que ? Você já se achou bobo, ridículo, por insistir em algo que não vali a pena ? Teve algum dia, que você acabou ficando com alguém, para não ficar sozinho ? Você já passou por um dia, em que tudo deu errado, mas no fim ficou tudo perfeito ?
E também já aconteceu algo em que tudo deu certo, exceto pelo fim, que estragou e era pra ser perfeito ? Você já chorou porque lembrou de alguém que amou de verdade, e não pode viver intensamente isso com essa pessoa ? Você já encontrou um grande amor do passado e viu quanto ele mudou, e que tudo também faz outro sentido pra você ?
Para todas essas perguntas, há respostas. Mas o importante sobre elas, não é a resposta em si, e sim o que sentimos em cada uma dessas situações. O sentimento e as lembranças que ficam a cada história. Todos nós erramos, jogamos mal, somos bons e cruéis, amamos, sofremos, tivemos momentos alegres, e outros as vezes tão tristes.
E qual a moral de tudo isso ? Vá a luta ! Antes que seja tarde... Bola pra frente ... Não continue pensando nas suas fraquezas e erros. Daqui por diante, faço um acordo contigo mesmo, e lute!
Não abaixe a cabeça. Faça tudo que puder para ser feliz hoje. Releve. Esqueça. Não deite com mágoas no coração. Não durma sem fazer ao menos alguém feliz. E comece por você !

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Quase.

Quase... Ainda pior que a convicção do não. É a incerteza do talvez, é a ilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me deixa triste, que me mata, trazido tudo o que poderia ter sido e não foi.
Quem nunca ganhou ainda joga. Quem quase passou, ainda estuda. Quem quase amou ... Não amou.
Basta pensa nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perderam por medo, nas ideias que nunca saíram do papel. Por essa mania de viver no outono.
Pergunto-me as vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna ? A resposta eu sei decoe, esta estampada na distancia e na frieza dos sorrisos. Na frouxidão dos abraços, na indiferença do "bom dia" quase sussurrados. Sobra covardia e falta de coragem para ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor. Mas, não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados, e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige e nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um leva dentro de si. Prefira a derrota prévia, do que a dúvida da vitória, é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Para os erros há perdão, para os fracassos, chance, para os amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo o fim é instantâneo ou indolor, não foi romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, e que o medo te impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você, gaste mais horas realizando do que sonhando... Fazendo, que planejando... Vivem que esperando.
Porque embora quem quase morreu, ainda esteja vivo, quem quase vive, já morreu.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Um dia do futuro com você.


E eu acordava querendo ter certeza que não era sonho. Os olhos ainda pesados, consequência das poucas horas dormidas desde o dia anterior. Não os abri. Fui te farejando que nem bicho. Seu pescoço, sua barba, o vão do seu braço. Era você mesmo. E abri os olhos para ter mais certeza que não era sonho. Com a visão embaçada, vi o branco das duas portas, alinhadamente fechadas. Através delas, não se via o dia – tinha-se apenas noção de como estava lá fora. Raios de luz entravam pelas pequenas frestas, anunciando que o dia já tinha desabrochado. Me desencaixei de você driblando seus braços que sempre querem que eu fique um pouco mais. Mas a luz entrava pelas frestas e eu precisava conferir como estava o dia lá fora.

Levantei sem achar os chinelos. Peguei o seu 45 que samblava no meu pé 37. Quase esbarrei nas taças de vinho vazias, sujas de vermelho tinto, ao lado da garrafa vazia. Resquícios da noite anterior. O cinzeiro, ao lado das garrafas no chão também continha indícios da noite passada. E imagino que, há alguns anos atrás, jamais iria imaginar que vinho, sonzinho, umas tragadas e você fossem ser meu conceito ideal de uma noite perfeita.

Tropecei em um dos brinquedos dos cachorros, que viviam sempre espalhados pela casa. A casa vivia sempre com brinquedos espalhados, babados, mordidos. Só que não por crianças. E sim pelos cachorros, que, ocupavam brilhantemente esse papel na família.

Pensei que deveria lavar o rosto e escovar os dentes, mas precisava conferir aquela luz que vinha da porta. O quarto escuro, dava poucos sinais de que o dia já raiava lindo. Mas eu suspeitava. Os diversos dias passados naquela casa já tinham me ensinado sobre os tons das luzes que entram no quarto. Fazia um dia lindo, eu apostava.

Virei a maçaneta da porta e a luz entrou com toda a força. Fazia um dia lindo, como suspeitava. De dentro, podia ver os cachorros se divertindo correndo atrás de algum inseto e rolando na grama. Eles provavelmente já tinham acordado há horas, mesmo depois de uma noite com interrupções de sono. Cachorro nunca dorme tão ininterruptamente como a gente. Eles são os guardiões da casa, você sabe. Ficam alerta o tempo todo. E a gente, pra compensar, deixa que eles entrem durante o dia e fiquem deitados debaixo da mesa, perto do quentinho do fogão de lenha.

Você ainda dormia, no cantinho da cama, como se eu ainda estivesse lá. Engraçado que, quando a gente gosta de dividir a cama com alguém, a gente perde pra sempre a mania de dormir no meio. Ficamos sempre mais pro canto, respeitando o espaço invisível do outro. Saí do quarto devagar, desci as escadas, abri a porta da cozinha. Os cachorros, pararam a perseguição às borboletas e vieram me dar a lambida matinal. Eu sei, também senti falta de vocês. Vêm pra dentro, vêm.

Coloquei a água pra ferver com açúcar e o pó no coador de pano. É só assim que sei fazer café. Tem que ir com o açúcar junto, se não perde o gosto de café de mãe. Mas sempre com pouco açúcar, e mais pó. A água fervia enquanto olhava da janela os primeiros pézinhos de rúcula querendo crescer. O cheiro da água quente ia afogando o pó de café e unindo tudo numa mistura irresistível. Aquele cheiro de café saindo era meu vício. Me lembrava de casa. Dos inúmeros cafés da tarde.

Enchi duas xícaras, tomei um gole – o primeiro da manhã é sempre impagável – e levei a sua para o quarto. Você já sabia que esse cheiro de café era sinal que eu já estava de pé, faz tempo. Essa foi uma coisa que nunca conseguimos alinhar. Você continuava dormindo tarde e eu acordando cedo. Joguei baixo – fui dando beijinhos enquanto a fumaça do café chegava até você. Bom dia. Fiz café pra gente. Você me puxa pra cama, eu deixo o café esfriando na cabeceira. E a gente encaixa aquela conchinha, daquelas difícil mesmo de explicar. O dia tá lindo lá fora, vamos andando até a cachoeira? Os cachorros, como que se tivessem ouvido, entram em bando no quarto e me ajudam a te acordar com lambidas de bom diatura irresistível. Aquele cheiro de café saindo era meu vício. Me lembrava de casa. Dos inúmeros cafés da tarde.

Enchi duas xícaras, tomei um gole – o primeiro da manhã é sempre impagável – e levei a sua para o quarto. Você já sabia que esse cheiro de café era sinal que eu já estava de pé, faz tempo. Essa foi uma coisa que nunca conseguimos alinhar. Você continuava dormindo tarde e eu acordando cedo. Joguei baixo – fui dando beijinhos enquanto a fumaça do café chegava até você. Bom dia. Fiz café pra gente. Você me puxa pra cama, eu deixo o café esfriando na cabeceira. E a gente encaixa aquela conchinha, daquelas difícil mesmo de explicar. O dia tá lindo lá fora, vamos andando até a cachoeira? Os cachorros, como que se tivessem ouvido, entram em bando no quarto e me ajudam a te acordar com lambidas de bom dia

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Eu nunca quis um amor perfeito. (Jaque Barbosa)


“Ainda que fosse só a boa conversa, a química eletrizante, o sexo livre. Ainda que fosse só a atração física, a admiração das ideias ou os beijos encaixados. Você já me valeria a pena. Mas não é. Tem isso e ainda todo o resto. Escuto as pessoas se queixarem repetidamente que o amor completo anda escasso no mercado. Encontra-se, às vezes, só a beleza, a afinidade ou o sexo inesgotável. Falta o resto. Ou ainda, a paciência, o companheirismo, o aconchego. Mas a incompletude, ainda sim, reina. E os pessimistas, dizem que não é possível achar alguém do jeitinho que você quer. Alguém que te complete, que te baste, que te encante repetidamente. Eu, insisto no contrário. Porque amores incompletos, não saciam a fome. É como uma dieta só de proteína – você se sustenta por um tempo, se engana, inventa que o buraco no estômago está saciado – bebe água, fuma um cigarro. Mas, a falta de carboidrato, cedo ou tarde, pega.
E você volta pro início.
Eu nunca quis um amor perfeito.
Sempre quis mesmo foi um amor cheio de erros, que vão sendo alinhados durante o caminho. Porque se tudo já começa certo, não vive-se o prazer da vitória.
Sempre quis um amor quentinho, daqueles de aconchego no fim de tarde, de colo depois de um dia de cão, de beijo no nariz ao acordar.
Sempre quis um amor livre – sem a ideia desajustada que um pertence ao outro. Com menos regras ditadas – e mais pontos de vista ouvidos.
Sempre quis alguém com o qual pudesse fazer sexo sem regras – em nome das descobertas. Porque sexo bom de verdade, é aquele com instinto e sem razão.
Sempre quis um amor com respeito. Não daquele tipo das “moças de respeito” que querem seu patrimônio corporal preservado. Sempre quis aquele respeito que te permite ver o outro como um outro ser – cheio de vontades e desejos. Respeito é aceitar que o outro é diferente de você.
Sempre quis um amor que me fizesse crescer. Por que o essencial, faculdade nenhuma ensina. O essencial aprende-se na troca de ideias, no debate, nos pontos de vista trocados.
Sempre quis um amor que me valorizasse. Não somente pelas coisas cotidianas, mas principalmente pelas qualidades que poucos enxergam.
Sempre quis um amor que me enxergasse. Mas não que enxergasse somente as coisas óbvias – porque, de obviedades, a vida está cheia. Sempre quis alguém que me enxergasse lá no fundo – e, ainda, sim, gostasse de mim.
Sempre quis alguém que quisesse ouvir verdades – e falar, também, na mesma proporção. Porque meias-verdades não interessam. Difícil mesmo é achar alguém que esteja pronto pra ouvir até o mais pesado, até o mais doído e retribuir na mesma moeda.
Sempre quis alguém que me achasse gostosa – mas que entendesse que gostosura, mora mesmo nas entrelinhas.
Sempre quis um amor que me mostrasse caminhos – invés de impor trajetórias.
Sempre quis um amor que não me reprimisse – pelo contrário, que me provocasse para que eu conseguisse mostrar o que vive escondido lá no fundo.
Sempre quis um amor que sonhasse. E que corresse atrás dos sonhos comigo. Não por imposição, mas por vontade de seguir a mesma trilha.
Sempre quis alguém que não tivesse jeito pra joguinhos. Porque deles, eu já me desencantei na adolescência.
Sempre quis alguém que me ganhasse nos detalhes. Alguém ao qual eu não conseguiria resistir. Alguém que trouxesse brilho pros meus olhos a cada nova atitude, a cada nova ideia a cada novo sorriso.
Sempre quis alguém pra ficar junto – alguém que entendesse que pra estar junto não é preciso estar perto o tempo todo, mas sim do lado de dentro. Por que a proximidade física nem sempre completa tanto quanto a do coração.
E não sei se foi por insistência ou merecimento – mas esse amor veio antes do esperado, contrariando os que diriam que amor completo é coisa rara. E hoje, entendo, que o amor bom é o amor livre – que se recicla todos os dias como energia renovável. O quanto vai durar – não sei. Prefiro a provisoriedade completa, do que a permeabilidade vazia.”

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Porque eu sei que é amor.

Porque eu sei que é amor
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova

Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui
Agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
Eu peço somente
O que eu puder dar

Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta

Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui
Comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim
Mais vivo

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
Eu peço somente
O que eu puder dar

Porque eu sei que é amor.

ddc: Diogo M. Oliveira

Certas coisas;


Eu não sei mais o que dizer pra descrever o que eu sinto por você. Que o seu sorriso é o motivo do meu, que você é o meu ponto de paz, é meu porto seguro, que você é dono do meu coração, dos meus pensamentos e dos meus sonhos, que você desperta as melhores e maiores sensações em mim, me faz perder o sono, a razão e as vezes até o chão, que você me fascina, me deixa boba, maluca e cada dia mais apaixonada (…) bom, tudo isso você já sabe. Então o que dizer? Dizer que eu morro de saudade de você mesmo que faça pouco tempo desde a ultima vez que nos vimos? Dizer que meu coração se enche de felicidade só de te ver ou de ouvir a sua voz? Ou que eu tenho ciúmes até do vento que pode te tocar o tempo inteiro? Isso tudo você também já sabe. Mas acho que nunca é demais reforçar, só pra você não se esquecer, só pra você sempre lembrar. Anota aí no seu coração: Eu te amo cada dia mais e mais.